domingo, 13 de setembro de 2009

Verde de listras brancas...

Foi ali. No balcão. O primeiro "oi". A primeira pronuncia. & o primeiro frio na barriga. Mas não foi ali que se ouviu, que se falou & que se sentiu. O ritmo era dois pra lá e um pra cá. Uma cintura mais mole para as mulheres & mãos firmes para os homens. Surpresa de início até o fim. Trocaram sorrisos. Olhares. Arriscaram até a dançar. Deu certo. "Não é que você dança!". Só sei que a noite foi passando. A Lua caindo & o Sol nascendo. Nem se incomodaram. Logo ali na frente permaneceram. Com cara de sono & com a roupa de ontem. Como se já se conhecessem a tempos.

PS: Porque sua cor preferida é creme e não verde.
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7 comentários:

Lucimar Simon disse...

As cores, se confundem num olhar rapido, mas num olhar rapido tbm as coisas nascem...


beijos dançantes..

Valquíria Falcão disse...

Lindo poema infelismente não estou com muita expiração hoje...beijos...

Mel disse...

Bons corações se reconhecem;) quase deu pra dançar e espreitar essa noite também ao ler suas palavras!! Amei!!*

Marcinha disse...

Olá Clarinha

Acho que foi um tipo de química que rolou entre eles , afinidade mesmo!!!
Dançando juntos desse jeito !!!
beijos e boa semana

Levi Noronha disse...

Ai ai ai ai ai einnn??? eheheh Te conheço minha querida...

Beiiijosss!!!

Herculano Neto disse...

E enquanto o sol nasce...

Anônimo disse...

Bela...

E não é que dançamos muito...e muito! Assitir de camarote toda essa cena, digna de um filme, com suspense, ação, dança, fuga...enfim foi muito legal.
É sempre muito divertido, ainda mais quando a espera era...Hum deixa pra lá!

Só queria deixar registrado aqui um recadinho pra Matilde Mastronelli: Poxa passa lá em casa, vamos dormir lá qualquer dia! Ah e não esquece do seu irmão!

Só a gente pra entender!

MARAVILHOSAMENTE
Adoro, beijos
AMOnimo